Roberto Teixeira pede na Justiça anulação da convenção do PP que homologou apoio a Humberto


Foto: reprodução da internet
A briga de braço travada no PP entre os deputados federais Roberto Teixeira e Eduardo da Fonte em torno da posição do partido no pleito de outubro não terminou. Na última sexta-feira (13), um grupo de dissidentes liderados por Roberto Teixeira entrou com uma ação na Justiça Eleitoral pedindo a anulação da convenção que homologou o apoio da legenda à candidatura de Humberto Costa (PT).
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"A alegação é de que a convenção atendeu só à vontade de uma minoria comandada por Eduardo da Fonte. Houve nulidade. Não se publicou os editais na forma que a Lei exige, Roberto Teixeira sequer foi notificado da convenção", explicou o advogado do grupo que entrou com a ação, Mário Gil Rodrigues.

Desde o anúncio do apoio ao PT, alguns líderes pepistas que querem apoiar o candidato do governador Eduardo Campos (PSB), Geraldo Júlio (PSB), acusam Eduardo, que também é presidente estadual da legenda, de ter tomado uma decisão de forma isolada. Do seu lado, o parlamentar afirmou na época que a dissidência era de "uma minoria que não tem força política nem votos".
Liderenças da sigla, como o deputado federal Roberto Teixeira e a deputada estadual e secretária de Esportes do Governo, Ana Cavalcanti, prestigiaram o lançamento oficial do nome de Geraldo Júlio. Como represália, a Executiva municipal do PP divulgou uma nota desqualificando Teixeira. Em tréplica, o deputado dissidente chamou Eduardo da Fonte de ladrão e pediu que ele divulgasse o que recebeu de Lula para apoiar Humberto.
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Autor Fabio

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