1- Ainda repercute muito no PSB a entrevista do prefeito Gilberto Kassab (SP) à Folha de São Paulo (30/07) dizendo que não encara o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como candidato a presidente da República em 2014.
2- “Ele (Eduardo) é apontado (pela imprensa) como presidenciável, mas não se considera como tal. Ele diz que apoiará a reeleição de Dilma”, afirmou o prefeito de São Paulo.
3- O próprio Kassab também admitiu na entrevista a possibilidade de apoiar a reeleição da atual presidente da República.
4- Ele foi, aliás, um dos motivos pelos quais ele se desfiliou do DEM e fundou o PSD.
5- É que, segundo ele, gostaria de apoiar algumas iniciativas do governo federal, mas seu partido era sempre contra, “fazendo a oposição pela oposição”.
6- Em razão disso, articulou com o ex-senador Jorge Bornhausen e os governadores Raimundo Colombo (SC) e Eduardo Campos (PE) a criação do PSD.
7- Esse partido funcionaria como “linha auxiliar” do PSB para abrigar lideranças políticas oriundas do DEM, PSDB e PPS.
8- Os dois partidos, juntos, lançariam candidato a governador de São Paulo em 2014 (que seria o próprio Kassab) e a presidente da República (que seria Eduardo).
9- Este cenário começou a ser montado em 2011 quando o PSD obteve registro definitivo no TSE.
10- No entanto, começa a sofrer alterações nas datas em razão das últimas declarações do governador de Pernambuco dizendo que, em 2014, marchará com Dilma de novo.
É isso a
0 comentários:
Postar um comentário