Há 40 dias, em 26 de junho, numa reunião em que celebrou a adesão do PCdoB à coligação de Fernando Haddad, Lula falara com otimismo sobre a própria saúde. Num discurso entremeado por irrupções de tosse, dissera:
“A partir de julho ou agosto eu já vou estar com a garganta boa, eu já recuperei 70% de mobilidade na minha perna esquerda, [...] vou me dedicar à campanha de São Paulo, vou pra periferia fazer comício, vou fazer caminhada, vou gravar programa de televisão, vou gravar programa de rádio, se for necessário morderei a canela dos adversários para que o Fernando Haddad possa ser o prefeito.”
Além de São Paulo, o PT gostaria de levar Lula a pelo menos outras duas praças: Belo Horizonte e Recife. A depender da vontade da mulher Marisa Letícia, Lula não levará seu prestígio além das fronteiras de São Paulo. Ela aconselha-o a privilegiar a saúde em detrimento da política. Mas a palavra final, segundo disse o próprio cabo eleitoral ao comando do PT, será dos médicos. Daí a expectativa que cerca os exames desta segunda.(Do blog Josias de Souza)
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