A Frente Popular do Recife apresentou, na noite desta quinta-feira (27), o programa de governo do candidato a prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB). O plano do socialista, divididos em cinco eixos temáticos, contempla ações para manutenção da cidade, qualificação profissional da população, políticas públicas, geração de empregos e profissionalização da gestão. Incumbido pela organização de evento, o coordenador do programa, Antônio Alexandre, destrinchou as propostas. Mas, ao contrário do que se esperava, o ato, em si, não trouxe discurso bastante provocativos, com algumas exceções, a exemplo do governador Eduardo Campos. O que se viu foram palavras “mornas”, pregando o desenvolvimento da cidade
De acordo com Antônio Alexandre, foram cadastradas 1.902 pessoas ao longo dos 90 dias de confecção do plano de governo. Durante o período, o coordenador ressaltou a realização do seminário em dois dias de julho, onde 500 pessoas participaram, divididas em oito salas temáticas. A equipe contabilizou 668 colaborações de pessoas físicas, entidades representativas de classe e segmentos sociais.
Também foram adicionados 531 depoimentos de pessoas e entidades; 215 formulários entregues com propostas; 127 registros durante caminhadas e atos de rua; 650 ideias enviadas através do site oficial de campanha, além de 294 estudos e 85 documentos formalizados.
O eixo “Organizando a Cidade” prevê ações de planejamento e ordenamento urbano; além de iniciativas para o transporte e mobilidade; habitação e regularização fundiária; iluminação; saneamento e drenagem em áreas de risco, entre outros temas. Na parte “Qualificando os Serviços”, o programa destrincha ações nas áreas de Educação, Saúde e Segurança, entre outros. No setor de direitos humanos, o planejamento contempla ações voltadas para garantia de políticas públicas. No segmento de “Qualificando as Oportunidades, o planejamento detalha projetos para capacitação profissional da população. E por último, a cartilha determinação programas para ampliação dos investimentos da Prefeitura do Recife.
“Não fazia sentido fazer um programa de governo dentro de um gabinete ou em laboratório, mas de forma coletiva. Em todas as caminhadas da Frente Popular tinha uma pessoa para atender as demandas da população no local e registrá-las”, cravou Antônio Alexandre.
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