Está lá no dicionário Michaelis a descrição da palavra “sorte”. Como significado direto, fado ou destino. É o que vem acontecendo com o Santa Cruz nesta conturbada campanha na Série C. Mesmo com apenas quatro vitórias em dezesseis jogos, o bicampeão estadual segue próximo à zona de classificação.
São apenas dois pontos de diferença. É quando entra na jogada o segundo significado para a palavra supracitada. Acaso, risco. Faltando duas rodadas para encerrar a primeira fase da competição, não haveria mais espaço para sorte, não como “destino”.
Seria preciso agir, trilhar o próprio rumo. Dois jogos, duas vitórias e vaga nas quartas de final. Mentalizado. Encarar o sólido vice-líder, mesmo jogando no Mundão, deixou muita gente com o pé atrás nas repúblicas independentes.
Nas primeiras horas da manhã deste sábado, aquela dúvida na cuca do torcedor. Dessa vez vai? Para saber, só indo ao Arruda. Ainda com a memória fresca sobre a apresentação passada, quando fez um bom primeiro tempo e acabou derrotado de virada pelo Fortaleza, os corais tentaram não desperdiçar a chance. Mas foram, 23 mil.
A sorte que tanto ajuda nos resultados dos rivais não encarna no próprio time. Uma bola passa rente à trave, outro chute certeiro acaba nas mãos do goleiro, um passe errado no último instantes etc. Pois o “pessimismo” só durou quinze minutos de jogo.
Num cruzamento de Tiago Costa, o atacante Dênis Marques encobriu o goleiro, de cabeça. Nada de sorte. Técnica. O gol silenciou as cobranças sobre o artilheiro.
Mas o sufoco foi grande na etapa complementar. Aos 43, de cabeça, Valdir Papel empatou. A sorte parecia abandonar o Santa, pois no lance seguinte Fabrício Ceará acertou a trave. Aos 47 minutos, pênalti. Sorte à parte, era a hora de mostrar eficiência. DM9 definiu a importantíssima vitória por 2 x 1 sobre o Luverdense, já à noite.
Gol para tranquilizar o povão no domingo, no desfecho da 17ª rodada da Terceirona. Aí sim, que a sorte siga acompanhando o Tricolor. Sem acaso ou risco.
Seria preciso agir, trilhar o próprio rumo. Dois jogos, duas vitórias e vaga nas quartas de final. Mentalizado. Encarar o sólido vice-líder, mesmo jogando no Mundão, deixou muita gente com o pé atrás nas repúblicas independentes.
Nas primeiras horas da manhã deste sábado, aquela dúvida na cuca do torcedor. Dessa vez vai? Para saber, só indo ao Arruda. Ainda com a memória fresca sobre a apresentação passada, quando fez um bom primeiro tempo e acabou derrotado de virada pelo Fortaleza, os corais tentaram não desperdiçar a chance. Mas foram, 23 mil.
A sorte que tanto ajuda nos resultados dos rivais não encarna no próprio time. Uma bola passa rente à trave, outro chute certeiro acaba nas mãos do goleiro, um passe errado no último instantes etc. Pois o “pessimismo” só durou quinze minutos de jogo.
Num cruzamento de Tiago Costa, o atacante Dênis Marques encobriu o goleiro, de cabeça. Nada de sorte. Técnica. O gol silenciou as cobranças sobre o artilheiro.
Mas o sufoco foi grande na etapa complementar. Aos 43, de cabeça, Valdir Papel empatou. A sorte parecia abandonar o Santa, pois no lance seguinte Fabrício Ceará acertou a trave. Aos 47 minutos, pênalti. Sorte à parte, era a hora de mostrar eficiência. DM9 definiu a importantíssima vitória por 2 x 1 sobre o Luverdense, já à noite.
Gol para tranquilizar o povão no domingo, no desfecho da 17ª rodada da Terceirona. Aí sim, que a sorte siga acompanhando o Tricolor. Sem acaso ou risco.
Autor Fabio
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