O PPS está dividido em três grupos: um defende o apoio Aécio; a corrente liderada pelo presidente da sigla, Roberto Freire (PE), defende o apoio à candidatura de Eduardo Campos (PSB); há ainda uma ala que prefere deixar a decisão para março e não descarta a possibilidade de candidatura própria.
Defensor do apoio a Campos, Freire não participou do encontro, mas estava no plenário da Câmara no momento em que Aécio falava com a bancada. O PPS realiza congresso neste fim de semana em São Paulo. Aécio foi avisado de que as três posições serão debatidas no congresso e que a tese de candidatura própria é a que menos tem apoio.
O tucano disse que vai respeitar o tempo do PPS, mas que vai batalhar pelo apoio do partido: "Respeitarei qualquer que seja a decisão do PPS, mas a nossa tradição de caminhar juntos é longa e faz bem ao Brasil". (Folha de S.Paulo - Gabriela Guerreiro e Márcio Falcão)
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