Apesar do distanciamento, Eduardo e aliados da presidente garantem que não haverá espaço na solenidade para troca de farpas. Mas, nos bastidores, a expectativa é de que a relação seja meramente protocolar, sem os afagos comuns que tanto Dilma quanto o ex-presidente Lula (PT) costumavam fazer ao ex-aliado.
Ontem, o governador procurou desfazer o clima de acirramento, afirmando que irá receber a presidente de maneira cordial, fraterna e institucional. “Ela será recebida aqui como sempre recebemos. Eu e Renata (a primeira-dama) estaremos esperando por ela no aeroporto, tratando-a com o respeito que sempre tivemos à presidente em quem votamos e a de todos os brasileiros”, ponderou o governador.
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