Os dois rivais de Dilma intensificaram o assédio ao partido. Mercê desse cerco, perdeu fôlego o grupo minoritário que tentava empinar o nome de Soninha Francine como candidata própria do PPS à Presidência da República.
Campos concentra suas atenções em Roberto Freire, na expectativa de que ele arraste o apoio da maioria. Os dois conversaram no domingo passado, em Recife. Aécio e seu grupo rodeiam as lideranças com peso nos Estados, de onde virão os delegados para o Congresso do PPS.
Nesta terça, o presidenciável tucano visitou o gabinete do deputado Rubens Bueno, secretário-geral do PPS, líder do partido na Câmara e presidente do diretório do Paraná. Participaram da conversa os deputados Humberto Souto (PPS-MG) e Jordi (PPS-PA).
A portas fechadas, Aécio fez uma avaliação otimista de suas chances na sucessão. Na saída, disse ter “esperança” de ter o PPS do seu lado. Freire foi avisado da visita de Aécio à sala do líder do PPS. Embora estivesse na Câmara, preferiu não dar as caras. Chegou depois que Aécio já havia saído.
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