Roberto Tavares, presidente da Compesa, joga água na briga por paternidade: “recursos são do povo”

Helder Tavares/DP/D.A Press
Helder Tavares/DP/D.A Press
Um dia depois de o Arco Metropolitano motivar, na Assembleia Legislativa, discussão acerca dos prejuízos que as diferenças entre Dilma Rousseff e Eduardo podem causar à população pernambucana, o presidente da Compesa, Roberto Tavares, jogou “água” na briga sobre a paternidade de obras públicas executadas no estado.
Foi durante almoço de confraternização da empresa com imprensa ocorrido na casa de recepções Blunelle, nesta quarta-feira (04).
Ao fazer o balanço de 2013 e anunciar metas para 2014, ele frisou que mais importante do que sublinhar de onde vem os recursos para os projetos, é importante observar que o dinheiro é do povo, vem dos impostos.
Mais tarde, na coletiva que aconteceu logo após à sua exposição, Tavares voltou a dar ênfase ao tema, ao ser questionado sobre quais são os percentuais de participação do governo de Pernambuco e da União no montante de investimentos da Compesa.
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“São recursos do povo brasileiro”, afirmou, acrescentando que grande parte do total empregado tem rubrica federal. Ele não deixou de frisar o mérito de quem executa as obras.
Dos 2,3 bilhões estimados para a Adutora do Agreste, poe exemplo, 90% são de origem federal e os 10% restantes do governo estadual. A execução está a cargo da Compesa, o que le
A postura de Roberto Tavares está alinhada ao que pensa e vem propagando o governo de Eduardo Campos.
A ordem é não entrar no debate sobre paternidade – até mesmo porque o governo federal deu muita carga em Pernambuco nos últimos anos.
No entanto, os eduardistas não deixam de ressaltar que a realização das obras tem também o seu valor.
Como pano de fundo, claro, está a corrida presidencial, especificamente o embate entre Dilma e Eduardo.

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Autor Fabio

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