Todas as coligações estaduais do PT para as eleições de 2014 terão que ser aprovadas pelo Diretório Nacional do partido antes de serem registradas. Com isso, as eleições nos Estados terão que seguir a estratégia nacional. Em tese, a cúpula do partido poderá impor sua vontade sobre decisões estaduais. A medida foi incluída em uma resolução aprovada ontem pelo Diretório Nacional em Brasília. Segundo o documento, uma chapa só poderá se registrar na Justiça 'após a devida aprovação pela direção nacional'. Outro documento diz que a presidente Dilma poderá dar a palavra final sobre todas as coligações. No Maranhão, o PT pretendia apoiar a candidatura de Flávio Dino (PC do B), mas a família Sarney pressiona o partido a apoiar seu candidato.

 O PSB, de Eduardo Campos e Marina Silva, colocou em seu portal a ideia de abolir a isenção de impostos para igrejas em geral. É uma proposta interessante, que merece ser avaliada. A isenção se presta a todo tipo de abuso. O jornalista Hélio Schwartsman, da Folha de S.Paulo, fundou uma igreja só para mostrar como é fácil livrar-se de impostos: é ele o líder da Igreja Heliocêntrica, e sua mulher e filhos ocupam outras posições eclesiásticas. Se quisessem (não queriam: o objetivo era só fazer a reportagem), estariam livres de impostos.

O problema é que Marina é protestante e tem forte apoio evangélico; e Eduardo Campos está com o apoio do pastor Silas Malafaia muito bem encaminhado para 2014.  (Carlos Brickmann)
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Autor Fabio

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